Agosto 2001 II
Ridiculamente, enquanto tudo isto se estava a passar, o Rui lembrasse que eu existia, mas o comportamento dele era tão contraditório, ora se metia comigo, ora criava uma barreira entre nós… uma barreira que eu não conseguia passar. Não dava para estar a entrar em jogos, muito menos com o irmão do Luís.
Embora o Luís não tivesse sido justo comigo, eu não ia usar o erro dele, para fazer prevalecer a minha vontade, eu já tinha tomado uma decisão, e estava a decidida a cumprir… não me ia
meter entre os dois, enquanto isso magoasse o Luís. Mas o comportamento do Rui era estranho, e apercebia-me que era apenas comigo, não sei se por causa do irmão, se por causa dele próprio, a única coisa que sei, é que a pessoa coerente que ele mostrou até aqui, estava a cair por terra. Ora estava bem comigo, ora não estava… tentava perceber e não conseguia, era confuso de mais para mim. Muito mesmo.


