Março 2005 II
Nesta altura tenho de admitir a única coisa que me transmitia alguma vida, eram os momentos que passava com a minha afilhada e o irmão, que são duas crianças hiperactivas que não me davam descanso, mas ajudaram-me imenso porque a vontade que eles tinham de estar comigo, acabava por ser um pouco o colinho que eu precisava, o carinho deles era como uma luz no final do túnel, a alegria que eles me transmitiam era o elixir de vida que precisava. Só mesmo as crianças para nos fazer sentir melhores pessoas, devo-lhes muito. 



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