Outubro 2005 II
Tudo isto entristecia-me, eu apenas o queria esquecer e na realidade tudo o que fazia tinha as consequências que eu não queria, como é que era possível, qualquer esforço que eu fizesse deitava tudo em terra, as reacções dele também não ajudavam, mas eu sabia que já não havia nada a fazer, já nos tínhamos afastado tanto, que já não havia nada que pudéssemos fazer para que apenas falássemos um com o outro. Quer dizer, ele tinha escolhido não ter essa conversa, o que é que eu podia fazer? E essa escolha dele magoou-me muito. 

Já tínhamos uma barreira tão grande entre os dois, que nada a podia desfazer, e eu sabia disso…


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