Setembro 2005 IX
Na semana a seguir fui sair com o pessoal de Lisboa, e curiosamente aparece o Nelson, foi estranho. Mas para mim tudo bem, não estava a perceber nada da situação. Conhecia-o já a alguns anos e nos últimos tempos é quando ele se lembra de aparecer. Mas ao mesmo tempo era esquisito porque estava a meter-se de uma forma estranha com a Isabel, era um conjunto de situações que entre si não tinha nenhuma ligação, mas que no conjunto era um comportamento muito instável da parte dele. A sensação que tive é que ele não sabia muito bem o que andava a fazer, e isso intrigava-me. Nesta noite ele teve um comportamento estranho, quis falar do Luís e para o fazer começou por dizer que o Luís era o irmão do Rui, para quê se todos sabem que eu conheço a família quase toda, qual era a ideia? E por causa disse ainda fui agressiva para ele.
Era como se o Nelson me estivesse a testar em relação ao Rui, ele não tinha esse direito.
Era como se o Nelson me estivesse a testar em relação ao Rui, ele não tinha esse direito. Quando saímos dali ele veio no carro da Isabel, era o único rapaz que estava no carro e nós ainda brincámos com isso, e com isto esta noite terminou e cada um de nós foi para casa seguir com a sua vida.


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