Março 2005 IV
Incentivada pelas minhas amigas, as poucas que sabiam da minha relação com o Rui, e fartas de me ver sofrer, acabei por lhe mandar uma mensagem um mês depois da discussão final. Dizia:
“Já passou algum tempo, é pena que ainda não tenhas tido tempo para conversarmos, continuo a achar que é importante termos uma conversa mais calma, diz qualquer coisa quando puderes”. Ao que ele me respondeu: “Esta semana não deve de dar, estou longe. Para a semana digo-te qualquer coisa. Mas está tudo bem contigo?” Esta mensagem deixou alguma esperança, afinal ele tinha tido o cuidado de responder no mesmo dia e ainda mostrou alguma preocupação comigo, mas ao mesmo tempo eu não queria ter esperanças, até porque sabia que não ia conseguir ter conversa calma nenhuma, parecia que tudo tinha acontecido ontem, e não que um mês já tinha passado. Mas que remédio eu tinha se não esperar que esta semana passasse depressa para ver o que ele dizia… havia expectativa, tenho de admitir.
“Já passou algum tempo, é pena que ainda não tenhas tido tempo para conversarmos, continuo a achar que é importante termos uma conversa mais calma, diz qualquer coisa quando puderes”. Ao que ele me respondeu: “Esta semana não deve de dar, estou longe. Para a semana digo-te qualquer coisa. Mas está tudo bem contigo?” Esta mensagem deixou alguma esperança, afinal ele tinha tido o cuidado de responder no mesmo dia e ainda mostrou alguma preocupação comigo, mas ao mesmo tempo eu não queria ter esperanças, até porque sabia que não ia conseguir ter conversa calma nenhuma, parecia que tudo tinha acontecido ontem, e não que um mês já tinha passado. Mas que remédio eu tinha se não esperar que esta semana passasse depressa para ver o que ele dizia… havia expectativa, tenho de admitir.

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