Setembro 2004 III
No último fim-de-semana de Setembro voltei à terra, e antes de sair de
Lisboa mandei-lhe uma mensagem a dizer que ia, fiz a viagem e quando cheguei a Vila de Rei ainda não tinha recebido mensagem nenhuma dele… o meu mundo desabou era preciso ter muito pouca consideração para não dizer nada. Chego à conclusão que o mundo à minha volta é tão diferente do meu mundo, talvez o meu mundo esteja errado, mas eu não o quero mudar sou feliz no meu mundo ingénuo, mas ao mesmo tempo estou frágil ao mundo exterior, e muito influenciada por esse mundo cruel. Mais tarde recebi uma mensagem dele a dizer que estava de serviço nos Bombeiros, aí entendi o facto de ele não ter respondido antes. Embora ache que eles não deve fica sem os telemóveis, nem devem ser impedidos de mandar mensagens, mas como não conheço o sistema de serviços dos Bombeiros não posso criticar. Na mensagem dele vinha incluído o desânimo de não poder estar comigo, desanimo que também eu estava a sentir, tinha ido lá por causa dele, tenho de admitir e não o ia ver… a vida é mesmo injusta. Mas ao mesmo tempo ainda havia uma esperança porque ele dizia que ia tentar fazer a troca de serviço… hoje pergunto-me para quê este esforço? Na altura fiquei feliz por saber que ele ia tentar a troca, e se o fazia por mim é porque eu era importante para ele. E só por isso já tinha valido a pena ir ali.
Lisboa mandei-lhe uma mensagem a dizer que ia, fiz a viagem e quando cheguei a Vila de Rei ainda não tinha recebido mensagem nenhuma dele… o meu mundo desabou era preciso ter muito pouca consideração para não dizer nada. Chego à conclusão que o mundo à minha volta é tão diferente do meu mundo, talvez o meu mundo esteja errado, mas eu não o quero mudar sou feliz no meu mundo ingénuo, mas ao mesmo tempo estou frágil ao mundo exterior, e muito influenciada por esse mundo cruel. Mais tarde recebi uma mensagem dele a dizer que estava de serviço nos Bombeiros, aí entendi o facto de ele não ter respondido antes. Embora ache que eles não deve fica sem os telemóveis, nem devem ser impedidos de mandar mensagens, mas como não conheço o sistema de serviços dos Bombeiros não posso criticar. Na mensagem dele vinha incluído o desânimo de não poder estar comigo, desanimo que também eu estava a sentir, tinha ido lá por causa dele, tenho de admitir e não o ia ver… a vida é mesmo injusta. Mas ao mesmo tempo ainda havia uma esperança porque ele dizia que ia tentar fazer a troca de serviço… hoje pergunto-me para quê este esforço? Na altura fiquei feliz por saber que ele ia tentar a troca, e se o fazia por mim é porque eu era importante para ele. E só por isso já tinha valido a pena ir ali.Eu e o meu primo fomos até o bar na Vila, e enquanto estávamos à espera dos amigos dele para irmos até à Sertã, recebi uma mensagem do Rui a perguntar se ainda estava no bar, e mais tarde apareceu… para eu espanto acompanhado pelo irmão, mas o Luís nem estranhou a minha presença, foi estranho. Agi normalmente, falei com os dois, mas tenho que admitir que dei mais importância ao que o Rui dizia, também o Luís pouco ou nada disse, e diria menos se eu não lhe perguntasse nada. Ainda estive um pouco a falar com eles, quando os amigos do meu primo chegaram, e quiseram ir embora para a Sertã, perguntei-lhe se queria ir… pediu-me para ficar e eu não fiquei, eu pedi-lhe para vir e ele também não veio… mas o mais giro foi quando me segurou para que eu não fosse… mas ainda assim fui. São os desencontros da vida. Neste fim-de-semana não o voltei a ver, e eu voltei a Lisboa e ao meu mundo cinzento. Mas esta semana iria começar a ter um pouco mais de alegria, afinal ele vinha para Lisboa, para ficar por algum tempo. 



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